sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Palestra do Mês




Culto Mensal de Agradecimento

Solo Sagrado de Guarapiranga

5 de dezembro de 2010

Rev. Hidenari Hayashi




Bom-dia a todos!

Em primeiro lugar, quero parabenizar os senhores pela sincera dedicação em prol da expansão da Obra Divina no Brasil.

Acabamos de ouvir a maravilhosa experiência da missionária Alda Cecília, que, por meio de sua profunda fé no Johrei e no Messias Meishu-Sama, conseguiu ultrapassar todas as barreiras de sua deficiência visual, dedicando-se incansavelmente à felicidade de seu próximo.

No mês passado, o revmo. Watanabe nos agraciou mais uma vez com sua preciosa orientação, e o tema foi justamente a superação dos sofrimentos por meio da gratidão, como um dos caminhos para nos tornarmos modelos de homens paradisíacos. Ele explicou que, para conseguir agradecer quando está em meio a sofrimentos, realiza três práticas:

1.Primeiro, ele tenta não ficar preso ao sofrimento. Procura olhar para outras coisas para achar sementes de gratidão, ou seja, motivos para agradecer.


2.Em segundo lugar, agradece pelo sofrimento, pois tudo são formas de purificação.


3.Por último, se empenha em eliminar as máculas por meio da prática do altruísmo.
E a experiência da senhora Alda se encaixou perfeitamente nessa orientação. Ela ilustrou claramente como é possível dirimir o sofrimento, servindo à Obra Divina e sem ficar preso ao mesmo.

Quando soube da experiência dela, fiquei muito emocionado, pois tentei imaginar o quanto deve ter sido difícil para ela, ainda criança, perceber que estava perdendo a visão.

Entretanto, sua salvação ocorreu quando ela encontrou o Johrei, a Luz do Messias Meishu-Sama. Mesmo sabendo que sua visão não voltaria ao normal, ela se empenhou de forma positiva e ultrapassou todas suas dificuldades.

Ela relatou que, apesar de possuir apenas 4% de visão, ainda tinha 100% de paladar, de olfato, de tato, de audição e de memória, suficientes para auxiliá-la a servir na Obra Divina. Consequentemente, entendeu que não precisava ser 100% perfeita fisicamente, para participar da Obra de Meishu-Sama.

Constatei, nessas suas palavras, o quanto, às vezes, reclamamos de coisas tão pequenas...

Quem acredita na salvação de Meishu-Sama, sabe que ser salvo não é só resolver o próprio problema: é, antes de tudo, ter a permissão de participar da Obra de Salvação de outras pessoas.

A missionária Alda concluiu: “Meishu-Sama continua mantendo os meus 4% de visão, e eu não me canso de agradecer, pois, mesmo com a visão limitada, ele me aceitou na sua Obra e vem me utilizando todos os dias da minha vida como seu fiel instrumento.”

Ela é, realmente, um grande modelo de superação! E mais do que isso, é também um exemplo vivo do verdadeiro espírito de servir, que, certamente, todos nós precisamos manter em nossos corações.

Tenho certeza de que Meishu-Sama está lhe dizendo: “O Paraíso está aí!”

Como preparação para o Culto do Natalício, que será realizado no próximo dia 19, vamos oferecer nosso servir e nossa gratidão a Meishu-Sama, para podermos ganhar muitos “O Paraíso está aí”, como fez a missionária Alda.

Muito obrigado e boa missão a todos!

Ensinamento do Mês

DEUS DIRIGE O TRABALHO DE EXPANSÃO DA IGREJA


Como o objetivo da nossa Igreja é a construção do Paraíso Terrestre, cada um de nós deve primeiramente criar o Paraíso no seu próprio lar. Para isso, cada um deve tornar o seu espírito paradisíaco. Ter espírito paradisíaco significa não ter nenhum sofrimento. Assim, se a afobação é um sofrimento, sofrer porque as coisas não correm a contento também é uma situação infernal. Portanto, devemos no mínimo livrar-nos do sofrimento. Para isso, a melhor maneira é dirimi-lo através do sentimento de gratidão, ou seja, não criar o inferno dentro do coração. Devemos atentar para o fato de que as religiões até hoje consideraram o sofrimento como algo benéfico. Existem até aquelas que chegam a procurar o sofrimento. (...) Como os homens comuns têm esse fato gravado na mente, ainda que se tornem membros da nossa Igreja, não conseguem se desligar dessa idéia.

Tudo que escrevi acima é porque o mundo se encontrava na Era da Noite, isto é, o mundo era infernal. Por esse motivo, ainda que a pessoa se tornasse um exemplar seguidor da fé, não conseguia escapar do sofrimento infernal. Agora, entretanto, como a Noite está se despedindo, e o mundo está se tornando Dia, a nossa Igreja é que dará a orientação quanto à construção do Paraíso Terrestre. Com esse objetivo, devemos nos esforçar para construir o Paraíso dentro dos nossos corações, para que o inferno não tenha oportunidade de aí se instalar.

Meishu-Sama em 12 de março de 1952

Extraído do Livro O Pão Nosso de Cada Dia (trechos)

Experiência de Fé

Bom-dia!

Meu nome é Alda Cecília de Oliveira Martins Takassaki, sou do Johrei Center Paranaguá, no estado do Paraná.
Sou messiânica há mais de 22 anos e, atualmente, dedico como assistente de ministro no Johrei Center Paranaguá e como responsável do Núcleo de Johrei na cidade de Morretes.
Hoje, gostaria de contar aos senhores meu encontro com Meishu-Sama e a realização de um grande sonho.
Ao entrar na escola aos sete anos de idade, sofri mudanças de comportamento: tornei-me chorona, medrosa, esbarrava nos colegas, tropeçava nas carteiras e copiava, com muita dificuldade, as tarefas no quadro.
Dois anos mais tarde, a professora pediu à minha mãe que me levasse com urgência ao oftalmologista, pois ela observou que, a cada dia, eu enxergava menos. Assim, em busca de retardar a evolução da doença, meus pais recorreram a todo tipo de tratamento: remédios, benzimentos, cirurgias espirituais. Foram momentos de angústia, de dor e de medo, uma vez que não sabíamos do que se tratava. Os médicos não identificavam a causa e não sabiam como tratar os efeitos.
Após 10 anos de luta, aos 17 anos, foi diagnosticada com perda de 96% da visão. Tratava-se de uma doença congênita, degenerativa, progressiva e irreversível muito rara chamada Síndrome de Stargardt, que destrói todas as células da retina, causando a cegueira total.
Perdendo a visão, ano após ano, eu não me conformava, não queria ficar cega. Tinha sonhos a concretizar: queria fazer faculdade, dirigir carro, andar de moto, viajar, casar... E, então, no último laudo, o médico disse que, em três meses, eu ficaria cega, pois só me restavam 4% da visão periférica, já que o centro da retina estava morto e cicatrizado.
Eu já estava no último ano do magistério e, naquele dia, quando o doutor me desenganou, fiquei desesperada, indignada, sem saber o que fazer. Tinha prova de português e não conseguia parar de chorar.
Foi quando uma colega de sala que era messiânica, me acalmou e me convidou para receber Johrei. Ela disse que tudo o que eu estava passando era um processo purificador e que, um dia, eu iria entender, mas, que agora, eu precisava ir à casa de Johrei para receber essa energia.
No começo, relutei. Em casa, contei o ocorrido à minha mãe, que me incentivou, dizendo: “Já que a medicina nada pode fazer, Deus está abrindo outra porta. Não perca a esperança jamais”.
Talvez essa fosse minha única e última chance. Em 28 de novembro de 1987, comecei a frequentar a Casa de Johrei Santo Antonio de Jesus, no recôncavo baiano onde morávamos, e a responsável dessa casa de Johrei me deu a tarefa de receber, durante três meses, 10 Johrei por dia.
Segui obedientemente a orientação e, aos sábados e domingos, ia à casa dos membros pedir Johrei, pois a Igreja não abria nos finais de semana e eu precisava receber meus 10 Johrei.
Após 30 dias, estava mais animada e recebi outra tarefa: agradecer os 4% de visão e parar de lamentar os 96% perdidos. Com essa postura, encaminhei meus pais. Eles recebiam diariamente um ou dois Johrei, e eu mantinha meu espírito de busca.
Comecei a me envolver na Obra achando que, por trás de meu sofrimento, Deus estava me reservando uma grande surpresa. Eu pedia para os dedicantes lerem os jornais messiânicos para mim. Em casa, minha mãe e minha irmã também liam os Ensinamentos, que eu pedia emprestados dos membros.
Após 90 dias de recebimento de Johrei, eu me sentia leve, esperançosa e queria ser útil, aprender a servir. Voltei ao oftalmologista, que ficou surpreso ao me ver, uma vez que eu não estava cega! Ele não sabia explicar o porquê. Ali, tive a convicção de que Deus e Meishu-Sama me haviam salvado por meio do Johrei. Expliquei o Johrei ao médico, que me disse: “Continue indo em direção a essa Luz! Também acredito em milagre!”
Ao retornar a casa, eu e minha mãe reconhecemos o tamanho da graça: eu tinha 4% de visão, 100% de audição, 100% de paladar, 100% de olfato, 100% de tato e 100% de memória, e todos eles poderiam servir na Obra de Meishu-Sama.
Então, tomei a decisão mais importante da minha vida e, em 27 de março de 1988, recebi o Ohikari. No mês seguinte, foi a vez de meus pais e irmãos. Nessa época, eu já entendi que não precisava ser perfeito para participar dessa grandiosa Obra.
Hoje, passados 22 anos, Meishu-Sama continua mantendo os 4% de visão e eu não me canso de agradecer já que, mesmo com a visão limitada, ele me aceitou em sua Obra e vem me utilizando todos os dias da minha vida como seu fiel instrumento.
Como gratidão eterna a Meishu-Sama, em 20 anos de vida missionária, tive a permissão de dedicar 12 anos no Recôncavo Baiano, na recepção, no servir, no atendimento às pessoas de primeira vez, na liturgia, no setor de ensino e como braço direito de três ministros na Bahia.
Participei da construção de Guarapiranga e de conferências de jovens; fiz aprimoramentos em Salvador sob a orientação do Rev. Francisco e lecionei em uma escola particular durante 10 anos.
Mesmo trabalhando, procurei manter o espírito de busca e a sede de aprender para melhor servir.
Com isso, muitas pessoas que se propuseram a ler para mim, foram facilmente encaminhadas e outorgadas, pois crescíamos juntas.
Em 1999, recebi a tarefa de retornar à cidade dos meus antepassados, em Antonina, no Paraná, para fazer difusão. Então, aceitei a nova missão e, em 2000, ganhei a permissão de dedicar como responsável do Johrei Center Paranaguá.
Em 2003, fui agraciada com o casamento e fui morar em Antonina. Nesse período, iniciei cursos para especialização em massoterapia, visto que desejava voltar a trabalhar. Tinha minha casa e desejava ajudar meu marido nas despesas domésticas.
Em 2005, inauguramos o Núcleo de Johrei Morretes e minha clínica de massagens. Eu me formara em 18 cursos: desde gessoterapia redutora até argiloterapia, além de outras terapias que ajudam a melhorar as pessoas física e mentalmente. Ministro também Johrei aos meus clientes. Assim, em meu trabalho, consigo dedicar no encaminhamento, e quatro pessoas que atendo já foram outorgadas.
Graças a Deus, tenho mais de 30 clientes fixos e uma lista de espera com pessoas que querem fazer massagem comigo.
Tenho uma vida normal, com bastante alegria, muitas atividades e a ajuda de muitas pessoas. Meus familiares dedicam na Bahia com a mesma intensidade: minha mãe, na ikebana; meu pai, na locução dos cultos, e meus irmãos, no plantão de Johrei.
Este ano fui indicada para participar do Programa de Formação Nível 4 em Curitiba e, com planejamento, organizo meu tempo para estudar, dedicar, trabalhar e cuidar da casa.
Entretanto, ainda faltava algo: eu precisava agradecer ao Messias Meishu-Sama, num nível maior, encontrar-me com ele, buscar sua força, senti-lo na sua origem, isto é, no Japão.
Em setembro de 2010, ganhei a permissão de peregrinar aos três Solos Sagrados: foi a concretização de um sonho e a renovação da minha aliança com Deus, Meishu-Sama e meus
antepassados. E ainda, tive a grande permissão de fazer este relato no Altar do Solo Sagrado de Atami, no Culto de Outono.
Durante dois anos, preparei-me financeira e espiritualmente, para agradecer a Meishu-Sama por manter meus 4% de visão e aprendi que o servir está acima de tudo, das dificuldades, da deficiência e de qualquer problema.
Antes de conhecer essa Obra maravilhosa, o foco era nos 4% de visão. Hoje, o foco é o servir. Por essa razão, meu sofrimento passou a ser motivo para me aproximar de Deus e de Meishu-Sama.
Meishu-Sama fala da força de 1% que muda 99%, e eu tive a oportunidade e permissão de receber 4%, que mantêm minha fé em 100% até hoje!

Muito obrigada, Messias Meishu-Sama!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Perdoar faz bem ao coração


Pedir perdão é demonstração de humildade, é a atitude que reflete a mudança de sentimento e proporciona a paz de espírito e a saúde do coração.


Um estudo chamado “Perdão e Saúde Física”, realizado pela Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, identificou que, quanto maior a capacidade de perdoar, menos problemas nas artérias coronárias surgem no decorrer da vida, evitando doenças cardíacas. Da mesma forma, pesquisas realizadas pela Universidade Estadual de Idaho, também nos Estados Unidos, ligaram o perdão a uma queda na pressão sanguínea e no nível de cortisol, resultante de uma resposta do corpo ao estresse.

Fred Luskin,doutor em aconselhamento clínico, descreve o perdão como uma forma de se atingir a calma e a paz, tanto com o outro quanto consigo mesmo.

Para ele, perdoar significa tocar a vida para frente, tornar-se responsável pelos seus sentimentos e deixar de ser vítima das situações dolorosas. Além disso, é um caminho para se reconectar com a intenção positiva. “Significa mudar sua história, tomar melhores decisões e ser conduzido a uma vida mais saudável e feliz”, declara.

Frequentemente, passamos por situações que nos causam sofrimento, provocadas por amigos, cônjuges, familiares ou sócios e, por não termos conseguido o que queríamos, ficamos magoados e rancorosos. “Ao guardar ressentimentos, ao culpar os outros ou ao apegar-se a mágoas, a vida pessoal e profissional fica desorganizada, tomam-se decisões equivocadas e liberam-se no corpo substâncias químicas associadas ao estresse, levando à frustração, à desesperança, a relacionamentos conturbados e a problemas de saúde”, afirma Luskin. Autor de O Poder do Perdão, mostra que podemos cicatrizar as feridas que já possuímos, identificar a maneira pela qual criamos uma mágoa e, desse modo, limitar a quantidade de ressentimentos que desenvolveremos no futuro. Ele ainda esclarece que, quando refletimos sobre um sofrimento, o organismo reage como se estivesse em perigo e ativa o que se conhece como a reação de lutar ou fugir. “Lidar com sofrimentos, ofensas e desapontamentos é um aprendizado”, continua.

Meishu-Sama explica que assim como os sentimentos positivos, os negativos também chegam até as pessoas pelos elos espirituais e, certamente, podem atrapalhar suas vidas: “Ficamos mal-humorados, perturbados e não podemos desempenhar corretamente nossas tarefas; nessas condições o sucesso é impossível”.
Até mesmo o relacionamento entre pessoas e grupos fica ameaçado quando determinados sentimentos, palavras e atitudes ferem seus valores. Quando isso acontece, em alguns casos, vínculos de consanguinidade e laços de amizade podem estremecer, provocando mágoa e ressentimento.
Assim, muitas vezes, achamos que o mundo e as pessoas à nossa volta estão errados e sofremos. Contudo, o problema está sempre dentro de nós mesmos. Se quisermos ultrapassar um obstáculo, precisamos descobrir o ponto interior que deve ser mudado.



Cuidar do coração começa por cuidar dos sentimentos. E, para saber como está a saúde do seu coração, vale a pena uma reflexão sobre quais sentimentos você está cultivando dentro dele.



www.johvem.com.br


Por Adriana Petrov Rodarte

Aprender brincando a ser feliz !



Brincar aguça a sensibilidade e proporciona a base que permite à criança perceber o sentimento do próximo e a existência de Deus.



Emprestar o lápis, dar o brinquedo, pegá-lo de volta, trocar a figurinha, destrocá-la, fazer as pazes, brigar, fazer as pazes de novo. Tal processo orienta o alicerce do relacionamento humano, que são a simpatia, a bondade, a cortesia, a cooperação e a importância de perdoar e ser perdoado.

Para a pedagoga, Danielle Carreira Fernandes, o ato de brincar nem sempre vem acompanhado de um brinquedo. “Brincamos com palavras, pessoas, músicas, animais, roupas, livros, para estimular a criatividade e a fantasia”, afirma Danielle.

Assim, as descobertas provêm do fato de as crianças levarem a sério as brincadeiras num ambiente descontraído e harmonioso. Um exemplo é quando precisam se organizar para descer a escada na escola. Há mais respeito entre os colegas e compreensão das orientações do que se fosse dito: "É necessário descer devagar para não cair". Em casa, os pais podem usar a mesma metodologia nas refeições e nas práticas de higiene para uma devida apropriação das regras. “Podem ser realizadas competições de quem deixará o prato limpo primeiro. Frequentemente, verifica-se que pais, filhos e irmãos acabam de comer quase juntos, o que faz com que todos estejam em primeiro lugar”, sugere a pedagoga.

Além disso, brincar facilita o trabalho em equipe e exercita a socialização com as pessoas mesmo em situações de competitividade. No entanto, boa parte das brincadeiras infantis são um ensaio para a vida adulta. Como afirma o escritor e filósofo, Rubem Alves: “Quem brinca não quer chegar a lugar nenhum – já chegou”.
Dessa forma, os momentos lúdicos tornam-se mágicos, encantadores e recompensadores para crianças e adultos. E esse faz-de-conta também é sinônimo de atividade, de liberação de energia conforme esclarece a professora de educação física, Camila Almeida Garcia Palma: “Brincadeiras como corre-cotia, queimado e pega-pega desenvolvem a parte respiratória, a flexibilidade, o equilíbrio, a agilidade e permitem a exploração dos limites do próprio corpo”. Ocorre igualmente uma explosão de sentimentos, em que as crianças extravasam e vão construindo sua autonomia.

Segundo o presidente da Igreja Messiânica Mundial, reverendíssimo Tetsuo Watanabe, o mais importante para a mudança de sentimento é o contato com a vida em si. “A criança consegue sentir a força que existe na natureza e como Deus está presente em tudo o que tem vida; esse contato vai lapidando seu caráter”, explica Watanabe. Como os filhos aprendem com os pais, procurando imitá-los, torna-se indispensável que estes cultivem bons sentimentos, boas atitudes e sejam capazes de transmitir valores como solidariedade e altruísmo. Assim, tem início a fase de aprimoramento durante a qual, desejando a felicidade e o bem estar do próximo, as crianças passam a se colocar em segundo plano, a perceber o sentimento alheio, fortalecendo sua própria sensibilidade e se conectando com a vontade de Deus.

BOX:
Criança brinca de ser mãe, pai, médico, cozinheiro, motorista... É uma forma de viver todas as vidas possíveis antes de fazer uma escolha ou descoberta. Nesse sentido, algumas dicas podem ajudar nesse aprendizado:
– É importante escutar atentamente o que a criança diz para que ela expresse seus ideais, medos e satisfações, sem julgamentos ou comparações;

– Colocar-se no lugar do outro (amigo, irmão, avó)permite que ela perceba inúmeras formas de enfrentar um problema;

– Cometer erros durante os jogos estimula sua capacidade de análise;

– O fundamental é que a criança possa demonstrar suas fantasias livremente para compará-las com a realidade do futuro. Ela precisa aprender que há um tempo certo para a realização de cada coisa e que, com esforço e dedicação, tudo vale a pena.



www.johvem.com.br

Por Adriana Petrov Rodarte

domingo, 4 de julho de 2010

Dicas de como chegar ao topo do Japão




Como acontece em todos os verões japoneses, o Monte Fuji, a montanha mais alta do país, abre suas trilhas para os aventureiros e curiosos que desejam conhecer e explorar os seus caminhos. O vulcão – que continua ativo, mas está adormecido desde 1707 – atinge em seu topo uma altura de 3.776 metros e recebe visitantes entre os dias 1º de julho e 27 de agosto.


Apesar de não haver muitas restrições para se candidatar à “alpinista do Monte Fuji”, é recomendável seguir algumas dicas de segurança e, principalmente, levar apenas o necessário, já que a subida pode durar até dez horas, fora o tempo gasto na descida – cerca de quatro horas.

Embora a jornada seja longa e cansativa, o vulcão continua atraindo visitantes e existem aqueles que não se contentam em vivenciar a aventura apenas uma vez. “Subi três vezes o Monte Fuji. As duas primeiras nos anos 90 e a última em 2004. Quem não subir pelo menos uma vez na vida não pode dizer que esteve no Japão”, afirma Ayrton Hiramatsu, morador de Hamamatsu (Shizuoka).

Já experiente, Hiramatsu alerta os iniciantes para tomarem cuidado e obedecerem fielmente às trilhas de subida e descida indicadas no mapa. “O caminho que sobe não é o mesmo que desce. Por essa razão, uma vez erramos a descida, pois tínhamos deixado o carro em Fujiyoshida e estávamos descendo para Gotemba. Fomos descobrir o engano já na sétima parada (são dez no total) e tivemos que subir ao topo de novo para reiniciar a descida pela trilha certa”, lembra.

Outra que já encarou diversas vezes os caminhos da montanha foi Grace Oseki, 40, moradora de Komaki (Aichi). Apesar de não ter conseguido chegar ao topo em sua primeira vez, ela não desanimou e enfrentou o desafio em mais três oportunidades. “Percebi que o percurso até o alto do Monte Fuji é um resumo da vida. Você é desafiado a enfrentar as dificuldades e seguir em frente. Treinamos a perseverança e a adaptação, ajudamos e somos ajudados pelos colegas do grupo, além do treinamento físico, de testar seus limites. Quando chegamos lá em cima, não há nada, mas você percebe que todo o esforço valeu a pena. É uma energia diferente”, afirma.

Já Carlos Aécio, 53, de Fukuroi (Shizuoka), destaca que, além da superação física, a vista compensa qualquer esforço. “A subida é bem exaustiva, mas, ao chegar ao topo, você pode ver o nascer do sol da melhor maneira possível: apreciando a paisagem acima das nuvens. E não adianta tirar fotos. É preciso conferir com os próprios olhos”.


Como subir o Monte Fuji

Para escalar o Monte Fuji, os visitantes podem seguir de ônibus até parte do trajeto, onde desembarcam a aproximadamente 2 mil metros de altitude. Antes de chegar ao local, deve-se já ter em mente qual trilha seguir, já que cada caminho parte de diferentes cidades.

-Kawaguchiko

É a rota mais popular e a que oferece uma das melhores estruturas, com várias cabanas espalhadas pelo caminho. É a trilha ideal para ver o nascer do sol, mas fica do lado oposto do ponto mais alto da montanha – ao chegar ao topo, é necessário dar a volta na cratera.
Tempo de subida: cinco horas e meia (três horas para descer)
Como chegar: da estação Kawaguchiko, tomar o ônibus (linha Fuji Kyuko) com destino a Gogome.

-Yoshida

Ideal para quem tem tempo e quer apreciar a natureza. Possui pontos históricos e turísticos. No estágio seis (rokugome), junta-se à trilha de Kawaguchiko.
Tempo de subida: Dez horas (três horas para descer)
Como chegar: da estação Fuji-Yoshida, tomar o ônibus até Gogome.

-Fujinomiya

Segunda mais popular, tem o caminho mais curto. Por isso, é estreita e muito inclinada, com congestionamentos nos dias de pico.
Tempo de subida: cinco horas (duas horas e meia para descer)
Como chegar: das estações Shin-Fuji ou Mishima (linha Tokaido ou trembala), tomar o ônibus até Gogome.

-Gotemba

Tem poucas cabanas e quase não possui vegetação.
Tempo de subida: Seis horas e meia (três para descer)
Como chegar: da estação Gotemba (linha JR Gotemba), tomar o ônibus até Shingogome Fujinomyia.

-Subashiri

A trilha mais usada para descida. O ponto de chegada é o mesmo que o de Kawaguchiko.
Tempo de subida: cinco horas e meia (três horas para descer)
Como chegar: da estação Gotemba (linha JR Gotemba), tomar o ônibus para Subashiriguchi-shingogome (novo estágio cinco de Subashiri).


ipcdigital.com | Foto: Divulgação)

Livro Inochii - Libro Inochii - Inochii Book

Desejo de Felicidade Eterna

Cada indivíduo tem antepassados. A mesma linha ancestral de um indivíduo sobe , os ancestrais mais ele / ela , até que, eventualmente, o número de ancestrais torna-se enorme. Nós não poderiamos ter nascido sem os inúmeros antepassados .
Nosso fundador, Mokiti Okada indica que cada um de nós é constituído por todos os nossos antepassados. Isto significa que as vidas e pensamentos desses ancestrais são continuamente herdados em nossa própria alma , mente e corpo .
Antepassados sempre vigiam os seus descendentes no reino espiritual , e eles esperam que seja dedicada a ajudar as pessoas a fim de tornar o mundo melhor. Se cada um de nós aceita a orientação de nossos antepassados e se esforça para nos dedicar a ajudar os outros , vamos partilhar e desfrutar com eles a Luz de Deus , e pode ser guiado para a felicidade eterna.
No Santuário Ancestral no Solo Sagrado de Atami , ancestrais estão consagrados através de arquivos , não só dos membros , mas também muitos não- membros, e um serviço memorial é respeitosamente realizada todos os dias. Se você estiver interessado , por favor, pergunte no Johrei Center mais proximo.



Deseo Felicidad Eterna

Todas las personas tienen antepasados. Cuanto más largo de la línea ancestral de un individuo sube , los antepasados más que él / ella tiene , hasta que, finalmente , el número de los antepasados se convierte en enorme. No hemos podido nacer sin los innumerables antepasados .
Nuestro fundador, Mokichi Okada indica que cada uno de nosotros consiste en todos nuestros antepasados. Esto significa que las vidas y pensamientos de estos antepasados están continuamente heredado en nuestra propia alma , la mente y el cuerpo.
Ascendientes vele siempre sobre sus descendientes del reino espiritual , y esperan que se dedicará a ayudar a las personas con el fin de hacer un mundo mejor . Si cada uno de nosotros acepta la orientación de nuestros antepasados y se esfuerza por dedicarnos a ayudar a los demás , vamos a compartir y disfrutar con ellos la Luz del Dios, y puede ser guiado a la felicidad eterna.
En el Santuario Ancestral en el suelo sagrado de Atami , los antepasados están consagrados a través de archivos , no sólo de los miembros , sino también muchos que no son miembros , y un servicio conmemorativo se celebrará todos los días con respeto . Si usted está interesado , por favor pregunte a su más cercano Centro de Johrei .



Wish Eternal Happiness

Each individual has ancestors. The further along the ancestral line an individual ascends, the more ancestors he/she has until, eventually, the number of ancestors becomes enormous. We could not be born without those innumerable ancestors.
Our founder, Mokichi Okada indicates that each of us consists of all our ancestors. This means that lives and thoughts of these ancestors are continuously inherited into our own soul, mind and body.
Ancestors always watch over their descendants from the spiritual realm, and they expect us to be dedicated to helping people in order to make the world better. If each of us accepts the guidance of our ancestors and strives to dedicate ourselves to helping others, we will share and enjoy with them the Light of the God, and can be guided to eternal happiness.
At the Ancestral Shrine in the Sacred Ground of Atami, ancestors are enshrined through files, not only of members but also many non-members, and a memorial service is respectfully held everyday. If you are interested, please ask at your nearest Johrei Centre.